A Revista Margarida foi criada por três estudantes de Jornalismo em Novembro/2009 como parte da disciplina Projeto Experimental do IESPES.
Somos:
Ageíse Navarro – estudante de jornalismo, rádio-educadora e atriz nas horas de folga.
(Perfil do Orkut aqui)
Numa folha qualquer um desenho de um sol amarelo… (TOQUINHO).
O autor da música expressa que em qualquer folha e tão fácil desenhar, pintar, inventar e imaginar. Dentro do universo infanto-juvenil, a imaginação é a verdadeira expressão da inocência, por esse motivo, na inspiração das crianças e em favor delas que esta revista foi criada, uma análise dos jornais e de que forma a imprensa santarena vem atuando e escrevendo a respeito das diversas noticias sobre crianças e adolescentes em sua rotina de pautas.
(93) 9124-6299
agenavarro@gmail.com
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Meiry Rejane – discreta, estudante de jornalismo e apaixonada pela vida
(Olha aqui no Orkut)
“Como é bom ser criança, ficar na barriga e depois crescer!!”
Ser criança é bom até demais, mas comparando a frase acima com a realidade como vem passando crianças e adolescentes torna-se desagradável e até revoltante pelo grande desrespeito como a imprensa vem divulgando matérias sobre esses personagens.
De fato discutir sobre o direito da criança e do adolescente requer muitos cuidados pela imprensa, e este tem sido um assunto relevante aos jornalistas. O interesse pelo tema surgiu após leituras de matérias do assunto, nas quais tem tratado a criança e o adolescente e o ECA com descaso. Tal projeto tem o objetivo de discutir como a imprensa vem tratando a criança e o adolescentes em suas pautas. E algumas considerações de como a imprensa deve divulgar de forma pacifica e coerente as matérias, considerando que deve haver sempre a ética na pauta.
(93) 8804-1924
maryjane217@hotmail.com
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Juliane Oliveira – palhaça de vez em quando, estudante de jornalismo e blogueira
(Aqui o perfil no Orkut)
O universo infanto-juvenil me instiga muito a pensar sobre a importância de uma comunicação voltada para o bem, que respeite esse e qualquer outro tipo de personagem envolvido com a violência – seja como vítima ou causador de tal. Ainda venho buscando resposta pra entender todo o espaço que existe entre o ação e a veiculação dela. Onde, enquanto jornalistas, erramos? Onde acertamos? Perguntas que nem sempre tem respostas. Mesmo assim continuo na busca delas. Observando!
julianeoliveira@gmail.com
www.julianeoliveira.wordpress.com
@julianelpa




Havia uma revista muito bacana, a “Bons Conselhos” editada pelo Instituto Telemig. A revista deixou de circular desde 2007/2008. O pessoal responsável pelo conteúdo não soube precisar a data. É lamentável que existam pouquíssimas publicações impressas para a gente trabalhar. Tudo bem, tem a Web, mas imagine uma faixa etária acima dos 35 anos, pouca escolaridade, não fica tanto tempo on line. São pessoas que necessitam de informação sobre como exerce o controle social, como a gente contribui para melhorar o nosso bairro, como ter convivência pacífica na escola, como viver com as diferenças. E as emissoras de TV canal aberto, porque estão tanto tempo concentradas nas mãos desses déspotas, que nos entopem com pseudo celebridades, jornalismo perfumaria?